SOBREVIVENDO
Há noites como essas,
Escuras,
Soltas nas travessas
Ásperas
De esquinas espessas
Em que a alma
Pensa que pode,
Mas perde a paz
Deixa de ser capaz
Parte-se em pedaços
E resiste,
Mas quase se desfaz.
Há noites como essas
Em que gentes,
Feita de matéria como a gente,
Perde os laços,
Esquece as promessas
E até se vende
Pelo preço de um abraço
Para poder seguir em frente.
31/10/2010
domingo, 31 de outubro de 2010
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