SONHO E REALIDADE
Te imaginei
Como as flores formosas
E quase inocentes
Que nascem nos prados.
Me apaixonei,
Afinal,
Pela forma indecorosa
Com que me tomas
Aos teus guardados...
14/09/2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
ESTRANHO
É estranho
Pensar no avesso
Do final ao começo.
O resultado é o laço
Fatal e cármico
De um abraço
Atávico
Sem fim nem início
Que não tem para onde ir,
Não pode voltar atrás,
Mas se revolve,
Verte e volta como vício.
O mundo é obscuridade,
Desconhecimento e penumbra.
Reencontrar-te-ei
Onde não há sombras.
25/04/2011
É estranho
Pensar no avesso
Do final ao começo.
O resultado é o laço
Fatal e cármico
De um abraço
Atávico
Sem fim nem início
Que não tem para onde ir,
Não pode voltar atrás,
Mas se revolve,
Verte e volta como vício.
O mundo é obscuridade,
Desconhecimento e penumbra.
Reencontrar-te-ei
Onde não há sombras.
25/04/2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
DESTINO
Momento a momento,
Segundo por segundo,
Tenho seguido meu destino
Nesse mundo
Construindo vias,
Cavando valas
Erguendo castelos e muros.
Salvei vidas,
Sanei dores,
Mas ao fazer,
Para fazer também desfiz,
E, daí, sabe-se lá,
Os danos
Que causei.
Será que acertei?
Será que errei?
Pouco sabia das sementes que tinha,
Semeei ao acaso.
Colhi flores
E, frequentemente,
Espinhosos desenganos
Arando nessas vinhas.
Contudo, se erro ou errei,
Como acertar ou errar
Se ninguém nada sabe ao certo?
Ajo com o coração,
Cometo o que não sei,
Faço coisas que não lembro
E até choro lágrimas
Que nem são minhas.
22/02/2011
Momento a momento,
Segundo por segundo,
Tenho seguido meu destino
Nesse mundo
Construindo vias,
Cavando valas
Erguendo castelos e muros.
Salvei vidas,
Sanei dores,
Mas ao fazer,
Para fazer também desfiz,
E, daí, sabe-se lá,
Os danos
Que causei.
Será que acertei?
Será que errei?
Pouco sabia das sementes que tinha,
Semeei ao acaso.
Colhi flores
E, frequentemente,
Espinhosos desenganos
Arando nessas vinhas.
Contudo, se erro ou errei,
Como acertar ou errar
Se ninguém nada sabe ao certo?
Ajo com o coração,
Cometo o que não sei,
Faço coisas que não lembro
E até choro lágrimas
Que nem são minhas.
22/02/2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
SEXO, DELÍRIOS E MENTIRAS
Ao te recordar
Hei de te relembrar assim:
Etérea e desfocada,
Inevitavelmente distorcida
Pelo embate entre os sonhos
E a dura realidade da vida,
Como se fosses
O fantasma de uma ilha,
Alvo conteúdo de imagem
Arrancado à força
D'algum album de família.
Quanto a mim,
Seguirei como sempre,
Desviando as mágoas
Para guardar as boas lembranças
No meu cofre de saudades.
Sobreviveremos,
O futuro é nossa herança.
Mas, sabe-se lá quanto desespero
Anda junto com a esperança.
27/01/2011
Hei de te relembrar assim:
Etérea e desfocada,
Inevitavelmente distorcida
Pelo embate entre os sonhos
E a dura realidade da vida,
Como se fosses
O fantasma de uma ilha,
Alvo conteúdo de imagem
Arrancado à força
D'algum album de família.
Quanto a mim,
Seguirei como sempre,
Desviando as mágoas
Para guardar as boas lembranças
No meu cofre de saudades.
Sobreviveremos,
O futuro é nossa herança.
Mas, sabe-se lá quanto desespero
Anda junto com a esperança.
27/01/2011
DÚVIDAS
Onde estivestes
A vida toda
Que mesmo te vendo
Não soube te encontrar?
Qual máscara vestistes
Que me enganei à toa
Esperando em vão te achar
Entre tantos perfumes
Por madrugadas desfalecidas
Aos falsos lumes
De estrelas amanhecidas?
Mas,
Onde estavas
Quando me perdi?
Não te amei
Como deveria
Ou não terias me amado
Como eu merecia?
És quem eu quero,
Mas será
Que é você que eu espero?
31/01/2011
Onde estivestes
A vida toda
Que mesmo te vendo
Não soube te encontrar?
Qual máscara vestistes
Que me enganei à toa
Esperando em vão te achar
Entre tantos perfumes
Por madrugadas desfalecidas
Aos falsos lumes
De estrelas amanhecidas?
Mas,
Onde estavas
Quando me perdi?
Não te amei
Como deveria
Ou não terias me amado
Como eu merecia?
És quem eu quero,
Mas será
Que é você que eu espero?
31/01/2011
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