SONHOS
Eis que nem bem me espero
À sombra de agosto
E Setembro se esvai,
Avesso a rédeas, solto,
Descontando horas
Em gotas desesperadas
Com seus ventos
Sobre flores violadas
Pela torrente da vida.
E eu, com certeza,
Espírito febril, deliro.
Por não poder sonhar
Faço meus
Os teus sonhos, querida:
Coloridos anelos de feira,
Devaneios de criança
Com córregos,
Canteiros de margaridas,
Pedras macias e cachoeiras.
20/09/2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
VOCÊ
Você,
A improvável,
Razão secreta
De nome impronunciável...
Chegou andando de mansinho
Como pequeno sol
Que ao nascer,
Mesmo que não quisesses,
Entre sorrisos e carinho,
Sempre soubesses
Ser o meu caminho.
Você,
Que surgiu do nada
E do nada me levou,
Quem sempre ao ver
Me faz a voz perder o som...
Mesmo sem o luxo de tuas asas,
Mesmo não tendo a graça do teu dom,
A onde quiseres,
Lá estarei,
Eu sei que também vou.
13/09/2010
Você,
A improvável,
Razão secreta
De nome impronunciável...
Chegou andando de mansinho
Como pequeno sol
Que ao nascer,
Mesmo que não quisesses,
Entre sorrisos e carinho,
Sempre soubesses
Ser o meu caminho.
Você,
Que surgiu do nada
E do nada me levou,
Quem sempre ao ver
Me faz a voz perder o som...
Mesmo sem o luxo de tuas asas,
Mesmo não tendo a graça do teu dom,
A onde quiseres,
Lá estarei,
Eu sei que também vou.
13/09/2010
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