“Eu quero a essência, minha alma tem pressa”
(Mário de Andrade)
A hora é agora,
Os moinhos que moem o tempo
Não sabem brincar de roda,
Jogar com o vento,
Ou esperar em algum momento
A hora
De fazer a poda.
Quem quiser vir comigo
Vai ter que dançar
A canção do perigo
De não ter
Como,
Ou onde
Nem, tampouco, o que esperar.
!8/04/2010
domingo, 18 de abril de 2010
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