PERDOÁVEL
Perdoa-me!
Não te indignes
Nem me subestimes.
Foi o enlevo de instantes
Que me trouxe a descoberto
Sem tempo para freios...
Não entendestes
O gesto irresoluto da emoção
Quando deitei atos ardentes
Sobre a laje fria de tua razão.
Perdoes-te!
A razão simples do fracasso,
Se houver,
É sempre me quereres
Mais em tuas mãos
Do que em teus braços.
quarta-feira, 24 de março de 2010
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